
Beira da Estrada - Finos Trapos
qua., 08 de jun.
|Casa de Cultura
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 50 minutos GÊNERO DO ESPETÁCULO: Drama CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: livre DIREÇÃO/ENCENAÇÃO: Frank Magalhães CIDADE DO GRUPO: Salvador TERRITÓRIO DE IDENTIDADE: Região Metropolitana


Quando e Onde?
08 de jun. de 2022, 20:30
Casa de Cultura, Ibiassucê, BA
Descrição
INFORMAÇÕES SOBRE O ESPETÁCULO / FICHA TÉCNICA
NOME DO ESPETÁCULO: Beira da Estrada
DRAMATURGIA: Flora Rocha e Frank Magalhães
CRIAÇÕES TEXTUAIS: Flora Rocha, Frank Magalhães, Rafaelle Aragão, Sérgio Agnelo, Thiago Carvalho e Yoshi Aguiar
PREPARAÇÃO VOCAL: Bruno Barboza
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 50 minutos
ELENCO: Thiago Carvalho, Joadson Do Prado e Yoshi Aguiar
GÊNERO DO ESPETÁCULO: Drama
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: livre
ILUMINAÇÃO: Frank Magalhães, Yoshi Aguiar e Sérgio Agnelo
OPERADOR (A) DE LUZ: Sérgio Agnelo
DIREÇÃO MUSICAL: Gabriel Carneiro
SONOPLASTIA: Gabriel Carneiro
FIGURINO: Ramona Azevêdo
CENÁRIO: Yoshi Aguiar
ADEREÇOS: Yoshi Aguiar
COSTUREIRA: Márcia de Azevêdo
ILUSTRAÇÕES: Sérgio Agnelo
FOTOGRAFIA E CAPTAÇÃO DE IMAGENS: Anderson Rodrigues
COORD. DE PRODUÇÃO: Thiago Carvalho
MEDIAÇÃO CULTURAL: Poliana Bicalho – Criare Projetos Culturais e Educacionais
DIREÇÃO/ENCENAÇÃO: Frank Magalhães
RELEASE
Esta peça é uma manifestação de carinho aos artistas do palco e aos que correm pelos palcos das estradas, é uma tela que representa e expõe fragilidades, desejos, hilárias situações que se acrescentam ao jogo da coexistência entre a plateia e o artista. Por longas caminhadas na beira das estradas as situações são entrelaçadas entre o ofício dos atores de trazer a alegria e a reflexão às pessoas que assistirão cada cena, nos locais de suas paradas, mas também, aos questionamentos pessoais de cada artista, que versam sobre a valorização e a existência do profissional das artes e de sua valorização na sociedade. A narrativa se estabelece entre caminhadas e paragens em que o trio de atores assume, assim, uma simbologia do passado/presente e de previsões para o futuro, um anseio perseguido pelo homem de estar sempre à frente do que estar por vir, como se isto possibilitasse um melhor lugar no destino. Fazendo, desse modo, uma analogia entre a essência da arte do ator que é “fingir” e ao mesmo tempo de o de ter sua licença ao sentimento de “fé” necessário para se acreditar em tudo que está sendo dito. O jogo com a plateia se estabelece através das coisas elementares, e por vezes complexas, mas trazidas com a simplicidade de saborear um cafezinho passado por um improvisado coador de pano. O que se deseja apresentar é a ideia de quase andarilhos que carregam em suas pesadas vestes quinquilharias que se transformam durante o jogo cênico em objetos de proteção e afagos nessa dança infinita pelo tempo.
SINOPSE ESPETÁCULO:
Nesta trama, três atores, três destinos ou mesmo três amigos desbravam o mundo com o
desejo de levar a beleza da arte de interpretar e de revelar como os meandros desse
ofício podem representar de maneira lírica e metafórica o contexto social das
relações e escolhas de uma sociedade. O espetáculo tem em sua dramaturgia construída
de forma colaborativa e recorre a inspirações de cenas que remetem ao universo das
tragédias gregas.
INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE O GRUPO
NOME DO GRUPO: Grupo de Teatro Finos Trapos
RESPONSÁVEL PELO GRUPO: Thiago Carvalho de Sousa Correia
CIDADE DO GRUPO: Salvador
TERRITÓRIO DE IDENTIDADE: Região Metropolitana
RELEASE DO GRUPO/ARTISTA:
O Grupo de Teatro Finos Trapos surgiu em 2003 na cidade de Salvador (BA). Ao longo do tempo, o Finos vem desenvolvendo um trabalho continuado de produção artística, atuando em frentes de trabalho que desembocam na criação de espetáculos, atividades de pesquisa, oficinas, cursos de aperfeiçoamento, leituras dramáticas e produção executiva.
No repertório, figuram os espetáculos: Sussurros... (2004), Sagrada Folia (2005), Sagrada Partida (2007), Auto da Gamela (2007), Gennesius – Histriônica Epopéia de um Martírio em Flor (2009), BERLINDO (2011), O VENTO DA CRUVIANA (2014), MÓS AI QUÊ (2016), Ponta D ́areia Pedaço do Céu (2018), Beira de Estrada (2018) e Corpo Presente (2021). Atualmente o Finos trabalha apenas com, Mós Ai Quê, Ponta D ́areia, Pedaço do Céu, Beira de Estrada e Corpo Presente, pois os demais espetáculos já tiveram suas carreiras encerradas. Além da realização de temporadas, pelo menos uma vez ao ano, o Grupo realiza distintos cursos de formação e aperfeiçoamento destinado a artistas com alguma experiência no campo das Artes Cênicas.
Ingressos
Ingresso do Site
DIREÇÃO/ENCENAÇÃO: Frank Magalhães DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 50 minutos GÊNERO DO ESPETÁCULO: Drama CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: Livre
R$ 0,00
Vendas encerradas




