
Cova Rasa - A Secreta Cia de Teatro
sáb., 11 de jun.
|Casa de Cultura
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 40 minutos GÊNERO DO ESPETÁCULO: TEATRO DOCUMENTÁRIO CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS ENCENAÇÃO E VISUALIDADE: DANILO LIMA CIDADE DO GRUPO: IBIASSUCÊ/BA TERRITÓRIO DE IDENTIDADE: SERTÃO PRODUTIVO


Quando e Onde?
11 de jun. de 2022, 20:30
Casa de Cultura, Ibiassucê, BA, 46390-000, Brasil
Descrição
INFORMAÇÕES SOBRE O ESPETÁCULO / FICHA TÉCNICA
NOME DO ESPETÁCULO: COVA RASA: ESPETÁCULO-RITO
DURAÇÃO DO ESPETÁCULO: 40 minutos
GÊNERO DO ESPETÁCULO: TEATRO DOCUMENTÁRIO
CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 ANOS
ENCENAÇÃO E VISUALIDADE: DANILO LIMA
CONCEPÇÃO: A SECRETA CIA DE TEATRO
ELENCO: JEFERSON SOUSA, ADRIANNY SANTOS E JHOW ABREU
ILUMINAÇÃO: JHOW ABREU E JARDEL LOBO
FIGURINO: ADRIANNY SANTOS
RELEASE ESPETÁCULO:
A Secreta Cia de Teatro, da cidade de Ibiassucê-BA apresenta na 6ª Mostra de Velho Chico seu último espetáculo a partir da montagem do espetáculo-rito intitulado "Cova Rasa" que traz a denúncia do caso de homicídio de Bernardo Boldrini, menino de 11 anos morto pela madrasta (enfermeira) e sua amiga (assistente social) supostamente com plano do pai (médico). É uma conceção conjunta do grupo que completa 6 anos de existência em 2022, quando também estabelece o fim de seu ciclo. A encenação e visualidade é assinada por Danilo Lima (Barreiras/BA), que é pesquisador de teatro multimídia, mediador cultural e crítico teatral, bacharel em artes cênicas pela UFBA, a partir de uma relação de rede estabelecida com o grupo. O encenador recebeu o convite para a parceria que se deu de forma remota, mas que proporcionou uma nova vivência à Secreta Cia. A montagem parte de uma interessante pesquisa sobre o caso e seus personagens, depoimentos, manchetes e cenas do julgamento ocorrido em 2019. As escolhas dramatúrgicas dão conta de trazer uma atmosfera ritualística para 'desenterrar' pontos altos da história e contar a partir de alguns pontos de vista o desenrolar dos fatos, que relacionam o teatro documentário nessa praxis. O grupo também tem o interesse de trazer elementos de discussão sobre como a vida do garoto foi negligenciada e os maus tratos vividos, como forma de alerta e de busca por soluções no momento atual para que casos como esse não ocorram. As experiências biográficas dos artistas em cena são complementares a encenação, assim como a ficção é escolhida para trazer novas visões sobre o caso.
SINOPSE ESPETÁCULO:
Cova Rasa é um espetáculo-rito que conta a história de uma criança assassinada por familiares em 2014 em uma cidade interiorana de fronteira do Brasil. Tal crime chocou o país, principalmente pela forma como o menino foi negligenciado em vida. A montagem mescla também a despedida, "celebração" e fim de ciclo da Secreta Cia de Teatro que apresenta seu último espetáculo.
INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE O GRUPO
NOME DO GRUPO: A SECRETA CIA DE TEATRO
RESPONSÁVEL PELO GRUPO: JHONATAN ABREU DE ARAÚJO
CIDADE DO GRUPO: IBIASSUCÊ/BA
TERRITÓRIO DE IDENTIDADE: SERTÃO PRODUTIVO
RELEASE DO GRUPO/ARTISTA:
A Secreta Cia de Teatro, nasce com o mote de que "alguns segredos não podem ficar guardados". Criada em Maio de 2016 na cidade de Ibiassucê-BA pelo ator/diretor/produtor cultural Jhow Abreu (capacitado pelo projeto FESTCASA - Renova Energia/Casa Anísio Teixeira/UNEB, 'cria' do antigo Grupo Lamparina - de Ediênio Farias). A primeira montagem foi “O segredo de Nara”, cujo título contribuiu diretamente no nome da companhia. Os integrantes à época eram em sua maioria adolescentes vindos da extinta Cia do Cisco, que existia desde 2014, pelo Projeto Arte, Esporte e Cidadania da professora Ialy Moreira e da Diretora de Cultura Leninha D'Noite. O grupo possui um importante cunho de denúncia social e leva a vontade de usar o teatro como instrumento de transformação. Mas também já se aventurou em montagens 'fantásticas' como "Doralice no Sertão das Maravilhas" do texto de Leninha D'Noite (escritora ibiassuceense). Alguns textos autorais chegaram a ser trabalhados como a tragicomédia "Água Por Um Triz" e a contemporânea cena curta "Falas de Que", além do Monólogo "Não Me Cegues" (autorizado por Marcus Di Bello). O grupo trouxe em suas temporadas a utilização da música autoral em cena, com coreografias e marcações que contribuíam para a dramaturgia concebida, além da extensa relação em rede com parcerias para figurino, cenário e objetos cênicos, bem como preparação e construção de personagem. O teatro de rua foi a principal modalidade utilizada nos espetáculos. Passaram pela companhia: Jhormes Jackson, Luzia Barbosa, Marcus Vinicius, Marcelli Eduarda, Gustavo Ramos, Pedro Soares, Andressa Andrade, Victor Barbosa, Sabrina Sousa, Raissa Oliveira, Fernanda Rocha, Thiago Nascimento, Adrianny Santos, Jeferson Sousa e Jhow Abreu. O ano de 2022 marca o fim de um ciclo de 6 anos do grupo, que termina sua existência na 6ª Mostra de Teatro do Velho Chico, onde é anfitrião.




